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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Tierra de Luna Alta Colección Cabernet Sauvignon 2010 - Caixa (6 unid.)

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Tierra de Luna Alta Colección Cabernet Sauvignon 2010 - Caixa (6 unid.)

Mendoza • Argentina

Um Cabernet que joga nas onze

De R$ 168,00 por



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Com a palavra, o sommelier

A Malbec viajou mais de dez mil quilômetros desde sua terra natal - Cahors, no sudoeste da França, a 150km de Bordeaux -, para encontrar seu lugar na Argentina, onde foi plantada na segunda metade do século XIX. Mas por que a menção ao Malbec, num texto sobre um vinho de Cabernet Sauvignon? É que, pela maciça presença dos tintos de Malbec no mercado brasileiro e – justiça seja feita – pela ótima qualidade de muitos desses produtos, na cabeça do consumidor, a Argentina ficou tão associada àquela casta francesa, que virou o país de uma uva só. Pensou Argentina, pensou Malbec, e estamos conversados.

Mas não é bem assim, porque outras variedades têm dado resultados apreciáveis em Mendoza e em outras regiões: a Shiraz, por exemplo, que tem produzido vinhos mais que interessantes; ou a insuspeitada Bonarda, italiana de nascimento, que em sua terra natal nunca produziu nada de relevante, mas tem gerado vinhos sólidos e elegantes do lado de lá da fronteira. E, certamente, a Cabernet Sauvignon. Claro, se ela dá bons vinhos em todo o mundo, por que seria diferente na Argentina?

Quando se fala em Cabernet Sauvignon, em geral, o que vem à mente é um tinto encorpado, com muito extrato, que precisa de longa guarda para atingir a maturidade. Não é o caso aqui. O Tierra de Luna Alta Colección Cabernet Sauvignon 2010 é um vinho amável, de fácil abordagem e muito versátil. Diante de uma uva tão rica e complexa, fica muito clara a opção do enólogo: elaborar um vinho descomplicado e bom de beber. Descomplicação ainda maior refletida no preço, um “custo-experiência” excepcional, que o torna uma bela opção para as ocasiões simples do dia a dia. O saudoso crítico Saul Galvão diria sem medo de ser esnobado: “um vinho gostoso”.

 

Notas de degustação:

A cor púrpura carregada não deixa dúvida de que se trata de um Cabernet – poucas variedades costumam dar vinhos tão escuros. O nariz franco, de intensidade ligeira, exibe uma paleta de frutas vermelhas maduras, com discreta nota herbácea. Nada de madeira, que a ordem aqui é facilitar. Mas é na boca, evoluindo leve e solto, que o Tierra de Luna, pede passagem e mostra o seu valor. Mais uma vez, muita fruta, acidez equilibrada e uma grande maciez. Os taninos estão presentes e vivos, mas bem resolvidos e sem qualquer aspereza – coisas do Novo Mundo e da Argentina em especial. Enfim, um Cabernet Sauvignon de dois anos, que não vai ocupar espaço em sua adega, porque está absolutamente pronto para beber. Pode guardar mais um ano, que ele vai responder bem; mas, precisar, não precisa.

Harmonização:

Um vinho tão simpático é capaz de se entender com variados tipos de pratos. Este vai desde o churrasco até o ensopadinho; da pizza ao bife com fritas; da massa com molho vermelho ao sanduíche de carne assada. Sem se esquecer do cozido, do picadinho, do quibe, da esfiha ou da empanada (que me perdoem os chilenos). E se vier uma linguicinha com pão à francesa, ele também dialoga.

Celio Alzer

... formou-se no rádio, produzindo e apresentando programas musicais e continua levando a vida numa boa, dando aulas de enologia na ABS Rio, ouvindo jazz e bebendo vinho – porque ninguém é de ferro... 

Detalhes

O que você recebe:
06 garrafas X 750ml

Estilo:
Tinto

Safra:
2010

Composição:
100% Cabernet Sauvignon

Teor alcoólico:
14%

Mais sobre a Bodega

Os irmãos Lurton começaram sua produção na Argentina em 1996, se estabelecendo imediatamente em Mendoza. O primeiro vinhedo da empresa é localizado em Vista Flores, no Vale do Uco, a 1.100 metros de altitude, uma região até então deserta e sem nenhuma vinícola. Hoje, François Lurton possui 250 hectares, sendo 200 plantados. Uma pequena parte do terreno foi escolhida especialmente para a produção dos vinhos chamados Reserva e Gran Reserva, feitos a partir de uvas selecionadas, de uma colheita pequena e sem química na plantação.

François admite que a produção na Argentina foi desafiante, embora muito recompensadora. Por causa de sua localização, a Bodega Piedra Negra é construída de modo a suportar os abalos sísmicos da região. Após muitas reformas, hoje a Bodega está completamente pronta para a visitação do público.

 

Outras Fontes:

www.francoislurton.com

www.domainesfrancoislurton.com