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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

Aproveite os melhores vinhos e produtos gastronômicos do mercado, selecionados por chefs e sommeliers tão apaixonados pela boa mesa como você.


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Royal Palmeira Loureiro Sur Lies

De R$ 134,00 por Preço Exclusivo para cadastrados
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Royal Palmeira Loureiro Sur Lies

Minho • Portugal

Um verde real melhor do que muitos maduros

De R$ 134,00 por



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Com a palavra, o curador:

Uma das maiores regiões agrícolas de Portugal, o Minho produz um dos mais populares vinhos do país: o vinho Verde. Apesar do nome, esse tipo de vinho pode ser branco, tinto e até rosé. O “verde” significa apenas que é um vinho que não envelhece, ou seja, está pronto para beber. Além disso, o que caracteriza também os vinhos verdes é seu baixo teor alcóolico, o frescor e o fato de ser produzido na região específica delimitada para sua produção que, no caso do Royal Palmeira, é o Minho. Feito com a casta Loureiro, esse vinho é elegante e estruturado, pois, depois de pronto, ficou em contato com suas leveduras (dada a afirmação “sur lies fines”, presente no rótulo). Isso o torna bastante aromático e confere bom corpo à bebida.

O sucesso do Royal Palmeira também se deve a seu produtor, o corajoso Carlos Dias, que decidiu investir na viticultura depois de vender sua milionária empresa de relógios, a Roger Dubois. Com o objetivo de produzir os melhores vinhos, com as melhores castas portuguesas, Carlos comprou três propriedades estratégicas: Paço de Palmeira, Quinta da Pedra (em Monção) e Colinas de São Lourenço (em Anadia). No Paço, um imenso casarão imperial do século XVIII, ele cultiva a Loureiro e a Alvarinho, as principais uvas que produzem o vinho verde. Por enquanto, o rótulo feito com a Alvarinho ainda não foi comercializado, mas com esse Royal Palmeira Loureiro podemos dizer que Carlos conseguiu seu objetivo.

Além da qualidade do vinho, sua garrafa possui um rótulo muito bonito e inspirador que lembra aqueles azulejos portugueses que encontramos em alguns monumentos históricos da terrinha (e no Brasil também).

Notas de Degustação:

Frutas cítricas, abacaxi e maçã são acompanhados por uma boca bem cremosa, complexa e elegante. Um final longo e refrescante.

Harmonização:

O grande frescor desse vinho cai bem com mariscos diversos. A boa e velha sardinha frita também faz bonito. E se quiser aproveitar a receita do Selo Reserva, experimente também com uma trilha acompanhada de maionese de gengibre.

Mauricio Szapiro

... é engenheiro, enófilo e entusiasta. Há mais de 10 anos é membro da ABS-Rio, atua como sommelier, modera grupos de degustação e é autor do “Momentos Divinos”, caderno de anotações e memórias enológicas. Não satisfeito, segue adiante em busca de novos sabores e experiências.

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa x 750ml

Composição:
100% Loureiro

Estilo:
Branco

Teor Alcoolico:
12,5%

Safra:
2009

Mais sobre o Paço de Palmeira:

Localizado próximo à Braga, na região de Monção, o Paço da Palmeira é uma construção datada do século XVIII, que remonta ao período áureo do grande império Português. A propriedade sempre contou com uma série de culturas agrícolas diferentes, porém é a viticultura que preenche grande parte do território. No total são 32 hectares de vinhas plantadas em 1990, pelo então proprietário, o Banco Português do Atlântico. Atualmente, o Paço da Palmeira é administrado por Carlos Dias, responsável pela preservação da propriedade e também grande apaixonado pelos vinhos assinados pela casa. 

Outras Fontes:

http://www.idealdrinks.com/