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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Pierre Gaillard AOC Faugeres Transhumance 2008 + Icebag

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Pierre Gaillard AOC Faugeres Transhumance 2008 + Icebag

Languedoc-Roussillon • França

O Novo Mundo francês

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Com a palavra, o sommelier:

Cada vez mais aparecem bons vinhos do sul da França para as nossas experimentações. A novidade agora vem de Languedoc-Roussillon, uma região que já é vista como uma resposta francesa aos desafios dos novos tempos, aos desafios dos vinhos de um “Novo Mundo”. Para começar, ao contrário das regiões mais tradicionais de produção de vinhos, os rótulos de lá informam os varietais de sua composição, e a relação custo/qualidade é sempre muito atraente.

Localizada ao sul da França, Languedoc-Rossillon merece ser conhecida. Além das belezas naturais, a riqueza cultural da região é latente. Todo ano acontece em julho um festival gastronômico e cultural para divulgar a tradição e os costumes da Languedoc e da langue d’oc (dialeto falado ainda hoje por mais de 1 milhão de pessoas e que batizou a região).

A viticultura de lá tem mostrado progressos significativos quanto à qualidade de seus vinhos. Por um lado, o reconhecimento oficial de diferentes AOCs em Languedoc-Roussillon contribuiu para desmistificar a fama do estilo rústico dos tintos aí produzidos. Por outro lado, a concorrência com outros países que despontaram no universo viticultor - como Chile e Austrália - fez com que muitos tradicionais produtores de outras regiões – dentre eles, a família Rotschild e Pierre Gaillard - apostassem na inovação, já que as regras de produção dos vinhos não são tão restritas como em Bordeaux e Borgonha, por exemplo.

Depois de se tornar um importante produtor de vinho do Rhône, Gaillard resolveu criar um domaine na AOC Faugeres para explorar o potencial do terroir de Languedoc, em que são cultivadas tanto variedades típicas do Mediterrâneo, como Syrah e Grenache, quanto castas ditas “internacionais”, como a Cabernet Sauvigon e Chardonnay. Graças à coragem e à criatividade de Gaillard e de outros produtores que não hesitam em inovar e experimentar, somos cada vez mais presenteados com rótulos de excelente qualidade, como no caso deste tinto.

Junto dele vai um pequeno regalo: uma prática Icebag. Você pode até achar estranho que acompanhe um vinho tinto, já que, sim, é mais conveniente para vinhos brancos e espumantes. No entanto, num país quente como o nosso, é sempre bom ter uma opção rápida para refrescar um vinho tinto. Com a grande vantagem de ser portátil, o brinde é uma boa maneira de transportar suas garrafas para as grandes comemorações que este vinho lhe inspirará!

Notas de Degustação:

No visual, vermelho rubi com nuance alaranjada. O olfato é rico em especiarias, um pouco de chocolate e vegetais. No paladar, intenso e equilibrado, com boa persistência.

Harmonização:

Nada melhor do que um bom bife ou carnes grelhadas. Mas se você quiser experimentar algo mais “ousado”, pense em uma costela de cabrito.

Mauricio Szapiro

... é engenheiro, enófilo e entusiasta. Há mais de 10 anos é membro da ABS-Rio, atua como sommelier, modera grupos de degustação e é autor do “Momentos Divinos”, caderno de anotações e memórias enológicas. Não satisfeito, segue adiante em busca de novos sabores e experiências.

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 750 ml
1 brinde Icebag "Festival Sud de France"

Estilo:
Tinto

Safra:
2008

Composição:
55% Syrah, 35% Grenache, 10% Mourvèdre

Teor alcoólico:
13,5 %

Envelhecimento:
14 meses de barrica

Mais sobre Domaines Pierre Gaillard:

Graduado em Beaune, o enólogo francês Pierre Gaillard começa a produzir vinhos em 1981, ao comprar o Clos de Cuminaille, em Malleval, no Rhône. Depois da experiência de sucesso, Pierre expande seus domínios a Madeloc e, em 2007, cria o Domaine Cottebrune, em Faugère, Languedoc. Com uma filosofia de respeito à uva, “matéria-prima” dos vinhos, os “domaines” de Pierre somam hoje 77 hectares em três regiões diferentes: Malleval, Cottebrune e Madeloc.

Outras Fontes:

http://www.domainespierregaillard.com