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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Piedra Negra Malbec 2008

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Piedra Negra Malbec 2008

Mendoza • Argentina

Todo o potencial da Malbec de Mendoza

De R$ 112,00 por



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Com a palavra, o sommelier

Certa vez perguntaram a um grande produtor se era muito difícil produzir vinhos. Ele não se abalou: “Só nos primeiros duzentos anos; depois, é fácil”. Há certas casas que não precisam de tanto tempo e, com alguns anos de estrada, já impressionam pela qualidade de seus produtos. Mas, convenhamos, quem tem história em geral leva uma grande vantagem.

A lembrança desse episódio vem a propósito de François Lurton. Filho de André Lurton, renomado proprietário de vinhedos em Bordeaux – em Château Bonnet (implantado no século XVI), La Louvière (62 hectares em Péssac-Léognan) e Dauzac (5ème, Cru de Margaux) –, ele trabalhou com o pai durante dez anos, até criar sua própria empresa, em 1988, na região do Languedoc, no Sul da França. Ou seja, escola e experiência são coisas que não lhe faltam.

Foi com esse know-how que François e o irmão Jacques vislumbraram a oportunidade oferecida pela Argentina, comprando terras e estabelecendo vinhedos em Vista Flores e Barrancas, duas regiões nobres de Mendoza. É dali que vem o Piedra Negra Malbec 2008, originário de vinhas com idade entre dez e cinquenta anos, de um vinhedo a 1.100 metros de altitude, que reúne todas as condições para produzir boa uva: solos pedregosos, pouco férteis e com ótima drenagem; clima continental semidesértico, com raras geadas e boa insolação; pouca chuva; grande amplitude térmica entre o dia e a noite (variando de 40ºC durante o dia, no verão, até perto de 10ºC à noite). A amplitude térmica, vale lembrar, é essencial para a fixação da cor da uva e para a complexidade dos aromas do vinho.

Como sabe todo enólogo, vinho bom nasce no vinhedo. Amparado pelas características de clima e solo, François e sua equipe trabalharam o Piedra Negra 2008 com o objetivo de explorar todo o potencial da uva.

 

Notas de degustação:

A maceração das cascas durou mais de sete semanas – daí a intensa cor púrpura – e o vinho passou 15 meses em barricas francesas, o que lhe conferiu notas de torrefação (café, em especial) e de baunilha. Um toque vegetal lembrando feno cortado e o clássico nariz de ameixa do Malbec completam o perfil olfativo. Na boca, apesar de encorpado e com grande potência alcoólica (14,5%), a relação fruta/madeira é muito equilibrada; taninos elegantes e um final prolongado confirmam a qualidade deste vinho, que já pode ser bebido com prazer, mas tem todas as condições para evoluir com muito garbo.

Harmonização:

Um Malbec com essa estrutura, certamente não é vinho para bebericar impunemente. Pede, sim, pratos igualmente marcantes, como costeletas ou pernil de cordeiro, cabrito assado, confit de canard ou um suculento churrasco. Também pode fazer bonito com queijos de massa dura, como o Comté e o Beaufort – mas, aí, a dificuldade é conseguir o queijo por aqui.

Celio Alzer

... formou-se no rádio, produzindo e apresentando programas musicais e continua levando a vida numa boa, dando aulas de enologia na ABS Rio, ouvindo jazz e bebendo vinho – porque ninguém é de ferro... 

Detalhes

O que você recebe:
01 garrafa X 750ml

Estilo:
Tinto

Safra:
2008

Composição:
100% Malbec

Teor alcoólico:
13%

Mais sobre François Lurton

Tradição que ultrapassa gerações, François Lurton adquiriu a cultura do vinho ainda na juventude. Na década de oitenta, François visitou Languedoc acompanhado de seu pai, André Lurton, a fim de encontrar uma vinícola para a família. O objetivo de François era identificar os potenciais da região francesa para a prestação de vinhos adaptados ao gosto dos novos consumidores e capazes de competir com os vinhos do Novo Mundo. Passadas duas décadas, François expande sua vinícola além da França para três países, são eles: Espanha (1992), Chile (1996) e Argentina (1996). Hoje, com cinquenta anos, François representa a quinta geração de sua família na produção de vinhos do Novo e Velho Mundo.

Outras Fontes:

www.francoislurton.com