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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Maximo Boschi Speciale Extra Brut 2007

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Maximo Boschi Speciale Extra Brut 2007

Vale dos Vinhedos • Brasil

A pura celebração da felicidade

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Com a palavra, o sommelier:

Quando os franceses afirmam que o champanhe é “a alta costura dos vinhos da França”, não estão exagerando. Não existe mesmo nenhum vinho que represente tão bem a elegância e o savoir faire daquele povo; muito menos outro produto tão adequado para celebrar a vida e brindar às grandes conquistas. O Brasil não produz champanhe, bem entendido, mas nosso espumante faz bonito em qualquer situação e, não por acaso, é tido como o melhor do gênero na América do Sul. Por isso, pegando carona na proposta do champanhe, por que não comemorar o 7 de Setembro erguendo um brinde com um espumante nacional? Afinal, todos os povos têm na data de sua independência um motivo de orgulho e de regozijo. E nesses momentos, acredite, as borbulhas são indispensáveis.

Depois de passados quase cinco séculos da introdução da videira em nosso país, finalmente o Brasil encontrou seu caminho e está apostando todas as suas fichas na produção de espumantes. Ou quase todas, digamos, porque tintos e brancos tranquilos também começam a mostrar seu valor (veja aqui no Selo Reserva, em outros comentários). Mas o espumante certamente é o produto mais favorecido pelas condições de clima e solo, não só do Rio Grande do Sul, mas também do planalto catarinense, outra área que vem se destacando na elaboração dos borbulhantes. Se a acidez marcante por vezes atrapalha os tintos nacionais, nos espumantes é muito bem-vinda, porque favorece o frescor e a leveza que todo vinho de festa deve ter.

Notas de degustação:

Nesse sentido, o Maximo Boschi Speciale Extra Brut 2007 é um produto exemplar, porque equilibra com perfeição a necessária acidez com uma estrutura muito boa – o que já dá para adivinhar pela tonalidade amarela bem carregada. O nariz segue o caminho sugerido pela cor: muito aroma de fruta amarela em compota (abacaxi, pêssego), notas de mel e um clássico pão torrado (resultado dos trinta e seis meses que o produto passou na garrafa em contato com as leveduras). A chegada na boca é intensa, e a sensação que o gás carbônico provoca na língua é presente, porém delicada – como se espera de um produto de qualidade. Equilíbrio maciez/acidez irretocável. As variedades utilizadas são as clássicas Chardonnay (55%) e Pinot Noir (45%) e a quantidade de açúcar residual, conforme informado pelo produtor, é de 2,8 g/l – o que caracteriza um produto conhecido como nature, o tipo mais seco de espumante.

Harmonização:

Bons espumantes não precisam de qualquer motivo especial para ser consumidos. Portadora de um dos sobrenomes mais ilustres de Champagne, madame Lily Bollinger sabia disso quando afirmou: “Eu bebo champanhe quando estou contente e quando estou triste; às vezes, bebo quando estou sozinha, mas quando estou acompanhada, considero uma obrigação; beberico, quando estou sem fome, e bebo de verdade quando estou com fome. Afora isso, nunca bebo champanhe... a não ser quando estou com sede”. Mas, se quiser algumas sugestões mais práticas para este Maximo Boschi, pense em salmão, cavaquinha, peixes com molhos untuosos, pratos japoneses ou da cozinha thai. Não se esqueça de que o espumante, como qualquer outro vinho, não deve ficar restrito aos dias de festa: afinal, nós e nossos amigos merecemos essa alegria no dia a dia. E, quando erguer a taça para o brinde, pode dizer como os russos: “À prosperidade, que seja tão abundante quanto estas bolhinhas”. 

Celio Alzer

... formou-se no rádio, produzindo e apresentando programas musicais e continua levando a vida numa boa, dando aulas de enologia na ABS Rio, ouvindo jazz e bebendo vinho – porque ninguém é de ferro... 

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa x 750 ml

Estilo:
Brut Tradicional

Safra:
2007

Composição:
55% Chardonnay e 45% Pinot Noir

Teor alcoólico:
12,5%

Envelhecimento:
36 meses de contato com a levedura

Premiação:
Medalha de Ouro VI Concurso Internacional de Vinhos do Brasil

Mais sobre Maximo Boschi:

Fundada por imigrantes italianos, que encontraram em Bento Gonçalves algumas características naturais idênticas a seu país de origem, a vinícola Maximo Boschi se especializou em pequenas produções e alta qualidade. Seus produtos são capazes de satisfazer plenamente todos os sentidos e os paladares mais exigentes. É uma das poucas vinícolas que não se deixou levar pela tentação dos grandes volumes e que, ainda por cima, faz rótulos elaborados o suficiente para envelhecerem com dignidade e qualidade. Uma agulha no palheiro da viticultura nacional. 

Outras Fontes:
http://www.maximoboschi.com.br/