CADASTRE-SE AINDA HOJE E GANHE R$10*

Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

Aproveite os melhores vinhos e produtos gastronômicos do mercado, selecionados por chefs e sommeliers tão apaixonados pela boa mesa como você.


Quero me cadastrar

Já é cadastrado?
Faça seu login

oferta
(11) 3090-6073 / (21) 4042-2446 - Seg. à Sex. das 10h às 19h

Espumante 130 Valduga Magnum

De R$ 155,00 por Preço Exclusivo para cadastrados
CADASTRE-SE

Espumante 130 Valduga Magnum

Vale dos Vinhedos • Brasil

Roteiro sentimental regado a espumante

De R$ 155,00 por



ESTA OFERTA ESTÁ ENCERRADA
Cadastre-se hoje, ganhe R$ 10 de créditos


Com a palavra, o sommelier:

Às vezes, o provisório é tão bem sucedido, que acaba virando definitivo. Foi o que aconteceu com o espumante 130 Brut: lançado em 2005, em comemoração aos cento e trinta anos de fundação da Casa Valduga, deveria ter sido produzido só naquele ano; mas foi tão bem recebido pelo mercado, que terminou incorporado ao portfólio da empresa.

Estabelecida no Vale dos Vinhedos em 1875, e hoje na terceira geração, a Valduga é o típico exemplo de vinícola brasileira familiar que cresceu de forma sólida e planejada, o que é mais notável ainda no caso de uma atividade como a produção de vinhos, sujeita a dificuldades que vão desde o clima até a forte concorrência de produtos estrangeiros. Além dos vinhedos em Bento Gonçalves, tem plantações na Serra de Sudeste, no extremo sul do Rio Grande e elabora vinhos no Chile, Argentina e Portugal. Foi a primeira empresa do ramo a apostar no enoturismo, com a criação de pousadas e restaurantes dentro da própria vinícola.

Aliás, faço um parênteses para dar um testemunho de caráter absolutamente sentimental. A Valduga foi a segunda vinícola brasileira que conheci – a primeira foi a saudosa Adega Medieval, de Oscar Guglielmone, que ficava bem perto de Porto Alegre, em Viamão. Isso foi em 1983 e eu não tinha sequer me matriculado na ABS; assim mesmo, peguei carona na viagem da turma conduzida por Danio Braga. Depois da casa de Oscar, já na Serra Gaúcha, a primeira parada foi na Valduga, onde tive o privilégio de conhecer duas figuras notáveis: seu Luís e dona Maria, pais dos atuais proprietários. Voltei lá muitas vezes, acompanhando a qualidade crescente dos vinhos e a excelência – nesse caso, imutável – da sopa de capeletti feita por dona Maria.

Lançado ano passado e hoje o vinho-ícone da casa, o espumante Maria Valduga homenageia essa personagem essencial. Outros produtos altamente recomendáveis – todos elaborados pelo método tradicional (segunda fermentação na garrafa) – são o Arte (doze meses sobre as leveduras), o Brut Reserva e o rosé Blush (ambos com vinte e cinco meses). Mas não hesito em confessar que o meu preferido é o 130 Brut. Corte de Chardonnay e Pinot Noir, tem trinta e seis meses de amadurecimento em garrafa e, curiosamente, é o único não safrado, pois resulta sempre do assemblage de três safras diferentes.

Notas de Degustação: 

Para além do indispensável perlage muito fino, tem um nariz classudo, com notas cítricas, aromas de leveduras frescas, amêndoa amarga e discreto tostado. Acidez bem presente e ótima qualidade do gás carbônico – o que se avalia pela agradável “comichão” que provoca na língua – completam um quadro muito prazeroso.

Harmonização:

Espumante é vinho para todas as horas. Insubstituível para brindar aos momentos alegres e homenagear pessoas queridas, nem precisa de acompanhamento, mas certamente tem seus momentos à mesa. O 130 Brut é ótima pedida para pescados em geral, frutos do mar (camarão, lula, ostras), salmão (de preferência, não defumado) e pratos de inspiração oriental (sushi, sashimi, cozinha thai). Dá muito certo ainda com vitela e salsicha branca. Ah, quase me esquecia de dizer: a garrafa que estamos oferecendo é uma magnum (1,5 litro), ideal para receber um pequeno grupo; mas, se forem só dois ou três, pode abrir também: vai que a sede aperta...

Celio Alzer

... formou-se no rádio, produzindo e apresentando programas musicais e continua levando a vida numa boa, dando aulas de enologia na ABS Rio, ouvindo jazz e bebendo vinho – porque ninguém é de ferro... 

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 1500ml 

Estilo:
Brut 

Método:
Tradicional (Champenoise) 

Safra:
Não safrado

Tempo de autólise:
48 meses

Composição:
Chardonnay e Pinot Noir 

Teor Alcoolico:
13% 

Temperatura de serviço:
4º - 6º C

Premiações:
Medalha de Ouro no Concours Mondial de Bruxelles
Menção Honrosa no International Wine Challenge
Top Ten na Expovinis Brasil 

Mais sobre a Casa Valduga:

A família Valduga chegou ao Brasil no final do século XIX, vinda da cidade de Rovereto, na Itália. Em 1875, foram plantadas as primeiras parreiras na região que hoje é conhecida como Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. A Casa Valduga sempre se dedicou à elaboração de espumantes, tornando-se uma das primeiras vinícolas brasileiras a dominar e desenvolver o método champenoise de vinificação. Hoje, a vinícola é comandada pelos irmãos Erielso, Juarez e João Valduga, que continuam a transmitir a paixão pela cultura do vinho a seus descendentes.

Outras Fontes:

http://www.casavalduga.com.br/Home.php