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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Dupla de Sobremesa: Late Harvest Casa Silva + Muscat Avondale

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Dupla de Sobremesa: Late Harvest Casa Silva + Muscat Avondale

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Sessão nostalgia

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Com a palavra, a sommelière:

Alguém aí costuma beber vinho de sobremesa? Esta é uma pergunta intrigante que faço a alguns amigos... Intrigante porque alguns deles nem sabiam que existia vinho de sobremesa, e muito menos que há vários tipos diferentes processos de produção, aromas e sabores. Pensando nessa curiosidade, escolhi então essa dupla para sanar todas as dúvidas.

Os vinhos de colheita tardia, ou late harvest, têm como principal característica a colheita das uvas além do tempo normal de maturação. Com isso, elas perdem água e, assim, concentram mais açúcar. Por isso é que se consegue ter um vinho com um teor alcoólico razoável e, ao mesmo tempo, doce.

Outro tipo de vinho de sobremesa, também doce, são os fortificados. Nestes, a fermentação é interrompida pela adição de aguardente vínica, impedindo que parte do açúcar se transforme em álcool. Temos aqui, dois exemplos,  um de cada caso.

O primeiro vinho é o Casa Silva Late Harvest, feito com as uvas Semillón e Gewuztraminer. A primeira tem como característica principal sua elevada acidez (dela é feito o melhor vinho de sobremesa da França, o conhecido Sauternes), já a segunda é bem aromática. 

O próximo vinho é o Avondale Muscat Blanc, fortificado feito com a uva Muscat de Frontignan, uma variedade já bem doce. Além do acréscimo de aguardente, ele também foi envelhecido por 6 meses em barrica, dando ainda mais robustez.

Falar de um vinho de sobremesa para mim é quase que uma "sessão nostalgia", pois em seus aromas encontro cheirinho de doces compotados que minha avó fazia, cheirinho da calda de caramelo do pudim que minha mãe preparava divinamente, cheirinho de muitas coisas boas da minha infância. E sendo uma formiga assumida, gostaria de propor esta linda experiência.

Sabe aquele brigadeiro de panela? Aquela torta de maçãs da vovó? Aquele doce de bananas com queijo minas? A vida é curta, então comece pela sobremesa!

Notas de degustação e harmonização:

Casa Silva Late Harvest
Amarelo ouro brilhante; seus aromas lembram muito aquela compota de laranja, com nuances de especiarias, especialmente cravos e canela, tem também marmelo no nariz. É estruturado, acidez muito boa, o que faz você querer beber a garrafa inteira, e tem muita persistência. 

Pela acidez bem marcada, ele fica maravilhoso com uma tarte tatin, equilibrando bem o doce e a acidez das maçãs.

Avondale Réserve Muscat Blanc:
É um vinho que possui uma infinidade de "surpresas", a começar pela sua coloração bronze, que lembra bem a cor do açúcar mascavo. Além de ter aromas de açúcar mascavo, possui também mel, rapadura, lichia, compota de figo, cravos. Na boca tem acidez boa e uma textura cremosa, parece até que você está comendo mel.

Ele harmoniza bem com queijos mofados, tipo gorgonzola, também com o grana padano, que tem uma massa mais dura e sobremesas com base de caramelo.

 

Lolô Riccobene

... é sommelière formada na The Wine School, escola internacional de sommeliers da Jancis Robinson. Há mais de quatro anos dedica-se à enogastronomia, setor pelo qual é apaixonada e em que trabalha por prazer, como costuma dizer.  

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa x 375ml de Avondale Réserve Muscat Blanc
1 garrafa x 375ml de Casa Silva Late Harvest

Avondale Réserve Muscat Blanc
Estilo: Sobremesa
Safra: 2007
Composição: 100% Muscat de Frontignon
Teor alcoólico: 15,5%
Envelhecimento: 6 meses de barricas

Casa Silva Late Harvest
Estilo: Sobremesa
Safra: 2010
Composição: Semillón, Gewurztraminer
Teor alcoólico: 12%

Mais sobre os produtores:

Avondale:

Em 1997, John e Ginny Grieve, empresários do ramo de alimentos, adquiriram a fazenda Avondale com aproximadamente 160 hectares, localizada nas encostas da montanha Drakenstein Klein, ao sul da cidade de Paarl, África do Sul. Registros históricos indicam que a fazenda era uma das primeiras no Vale Paarl a se dedicar pelo cultivo de uvas viníferas. O maior desafio da Avondale é reutilizar a terra de longo uso, transformando-a em um robusto ecossistema equilibrado para a viticultura e garantindo um futuro para as próximas gerações. A produtora utiliza apenas o método biológico de cultivo das suas vinhas.

Casa Silva:

A Casa Silva tem origens francesas, de onde veio seu fundador, Emile Bouchon, que partiu de Bordeaux em busca de um perfeito terroir chileno. Emile Bouchon criou o que viria a ser a mais antiga adega do Vale do Colchágua, mas foi somente na quarta geração da família, em 1997, que Mario Pablo Silva convenceu seu pai a engarrafar e vender os excelentes vinhos produzidos na vinícola sob sua própria marca que passou a se chamar Casa Silva. Hoje, a empresa continua sendo fundamentalmente familiar e tem como objetivo ser líder em pioneirismo e inovação na produção de vinhos chilenos. A Casa Silva possui vinhedos em Angostura, Lolol e Los Lingues e tem como enólogo o famoso Mario Geisse, também produtor dos espumantes da Cave Geisse, no Brasil. Geisse já foi chamado de “o mestre da Carménère” e é ele quem comanda a produção, estudando as melhores condições do terroir para cada uva.

Outras fontes:

http://www.avondalewine.co.za

www.casasilva.cl

http://www.vinhosdomundo.com.br