CADASTRE-SE AINDA HOJE E GANHE R$10*

Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

Aproveite os melhores vinhos e produtos gastronômicos do mercado, selecionados por chefs e sommeliers tão apaixonados pela boa mesa como você.


Quero me cadastrar

Já é cadastrado?
Faça seu login

oferta
(11) 3090-6073 / (21) 4042-2446 - Seg. à Sex. das 10h às 19h

Duo Thomas Mitchell Cabernet-Shiraz 2009

De R$ 102,00 por Preço Exclusivo para cadastrados
CADASTRE-SE

Duo Thomas Mitchell Cabernet-Shiraz 2009

Victoria • Austrália

Austrália também produz (ótimos) vinhos

De R$ 102,00 por



ESTA OFERTA ESTÁ ENCERRADA
Cadastre-se hoje, ganhe R$ 10 de créditos


Com a palavra, o sommelier:

Um dos objetos de desejo de todos os enófilos do mundo é provar um Penfolds Grange, um ícone desde 1951. Foi o primeiro vinho australiano que chamou a atenção do mundo e cujos preços alcançam a altura de centenas de libras na Inglaterra. O enólogo Max Schubert estudou os segredos de Bordeaux e os utilizou na produção do Grange, cujas várias safras obtiveram as máximas pontuações de Parker e da Wine Spectator. A partir daí, abriram-se as portas da Europa para os vinhos da Austrália e a resposta foi mais produção com qualidade de várias vinícolas. Porém, nem sempre foi assim.

Como acontece no Brasil e nos Estados Unidos, ninguém discute que a bebida oficial da Austrália ainda é a cerveja. Ainda assim, a preferência nacional pelo malte de nada impediu que o país entrasse com tudo na briga pela produção de vinhos de qualidade. Sua indústria vinícola já vem se desenvolvendo há alguns anos e, com certeza, começa a surpreender. A receita é simples: pegue um grande país como a Austrália, com muitos climas e microclimas, ou seja, diferentes terroirs; combine com investimento em tecnologia de ponta; adicione a utilização somente de clones de uvas de qualidade importadas da Europa; e finalize com uma legislação federal que já garante leis básicas logo no início da produção no país. Está pronta uma história de sucesso.

No Brasil, só recentemente começamos a encontrar vinhos da Austrália. Hoje em dia, é só passear por baias de lojas especializadas ou passar alguns minutos em blogs sobre vinhos para ver que a Austrália está em alta também por aqui.

A vinícola Thomas Mitchell é um ótimo ponto de partida para quem quer se aventurar pelos vinhos australianos. O enólogo por trás deste blend é Ben Haines, que também produz vinhos sob seu próprio nome, em Victoria. Um belo exemplo da casa é este Thomas Mitchell Cabernet-Shiraz 2009. É impressionante como é agradável, sem aquele excesso de complexidade, um vinho gastronômico, para harmonizar com suas criações na cozinha.

Pioneiros em viticultura com tecnologia avançada e pegando emprestado do velho mundo a sabedoria na hora de produzir vinhos finos, os Australianos já mostram que chegaram para ficar.

Notas de degustação:

Este é um vinho de cor vermelho vibrante, com aromas de ameixa e frutas vermelhas em compota, cedro, notas de café e especiarias. Na boca, carnudo, com taninos equilibrados, bom corpo e final longo.

Harmonização:

Para este tinto, pense num prato suculento e lembre-se também de que a origem é australiana, portanto, carnes ensopadas, assadas, de cordeiro ou de boi. Experimente e conte-nos sua experiência!

Mauricio Szapiro

... é engenheiro, enófilo e entusiasta. Há mais de 10 anos é membro da ABS-Rio, atua como sommelier, modera grupos de degustação e é autor do “Momentos Divinos”, caderno de anotações e memórias enológicas. Não satisfeito, segue adiante em busca de novos sabores e experiências.

Detalhes

FRETE GRÁTIS 
Válido para as capitais dos seguintes estados: SP, RJ, MG, ES, GO, DF, RS, SC, PR*

O que você recebe:

2 garrafas X 750ml

Estilo:
Tinto

Safra:
2009

Composição:
Cabernet Sauvignon / Shiraz

Teor alcoólico:
14%

Tempo de guarda:
5 anos

Envelhecimento:
10 meses em carvalho francês e americano

Temperatura de serviço:
16º a 18ºC

* Atenção: O frete grátis não compreende CEPs localizados em áreas de redespacho

Mais sobre Victoria:

No sul da Austrália, ficam os melhores produtores de vinhos do país, devido ao clima e à latitude. Se pensar em regiões produtoras como ermas e interioranas, vai se surpreender com o estado de Victoria, no sudoeste. Sua capital, Melbourne, já é conhecida dos viajantes e disputa com Sidney o posto de capital industrial, além de ter sido sede das Olimpíadas de 1956. No interior do estado, no entanto, sua posição privilegiada atrai os produtores de vinhos, como Thomas Mitchell, e, porque não, os compradores!

Outras fontes:

www.winesociety.com.br