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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Duo Porta da Ravessa Rosé 2011 e Dão Alexandre Magno 2010

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Duo Porta da Ravessa Rosé 2011 e Dão Alexandre Magno 2010

Alentejo/Entre-Douro-e-Minho • Portugal

Portugal está na mesa

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Com a palavra o sommelier

O Dão é uma das regiões vinícolas mais antigas de Portugal e a mais importante área produtora do centro-norte do país. Durante séculos, foi a mais pródiga fonte de vinhos maduros de Portugal – considerando-se que o Douro sempre foi mais conhecido pelo Vinho do Porto. O Alentejo, que ocupa quase toda a parte sul do país, não fica atrás, em termos de tradição vitivinícola: acredita-se que foram os fenícios, por volta do século VII a.C., que começaram a produzir o vinho por ali. E foi numa propriedade perto de Évora (a capital alentejana) que Pedro Álvares Cabral comprou o vinho que abasteceu suas caravelas, em 1500. Mas a projeção no mercado local – o alentejano é o vinho mais vendido em Portugal hoje – e internacional, só veio a partir dos anos 1970.

O rosado alentejano Porta da Ravessa 2010, desde o nome, também tem um pé na história de sua região, uma vez que lembra uma das portas de entrada da muralha do Castelo de Redondo, que muitos mercadores da Idade Média utilizavam para chegar àquela cidade. Líder de mercado em sua categoria, é elaborado com duas variedades muito usadas por aquelas bandas: a Castelão e a Aragonês; a primeira, vale lembrar, é mais conhecida como Periquita, pois é a casta utilizada naquele popular vinho português.

O Dão Alexandre Magno, das Caves Casalinho, não é agressivo nem tão impetuoso quanto o nome sugere, mas certamente vai conquistar a simpatia do consumidor que busca um vinho bem feito e gostoso de beber.

Notas de degustação:

Dão Alexandre Magno 2010:
Corte de Touriga Nacional, Alfrocheiro e Jaén, tem um nariz com muita fruta vermelha madura (cereja, em especial) e nuanças florais, lembrando violeta – uma contribuição da Touriga, variedade provavelmente nascida no Dão, mas também largamente utilizada nos vinhos do Douro. Os dez meses de carvalho francês e americano criaram um perfeito equilíbrio com a fruta. Na boca, a sapidez dos ácidos e a delicadeza dos taninos confirmam que este é um vinho pronto para beber, que está em seu melhor momento.

Porta da Ravessa 2011:
Desde a cor – de uma característica brilhante rosado – já agrada muito. No nariz, as frutinhas vermelhas chamam a atenção, conferindo alegria e jovialidade. A acidez justa, um bom volume na boca e o álcool equilibrado (12,5%) completam um quadro extremamente agradável.

Harmonização:

Rosados são ótimos para o nosso clima, mesmo neste inverno mais quente do que frio. O baixo teor alcoólico do Porta da Ravessa permite que seja consumido como aperitivo, acompanhando canapés – os de salmão e camarão ficam perfeitos – ou escoltando pratos leves como peixe ou frango grelhado. Faz boa figura também com massas à base de frutos do mar. O Dão, por sua vez, é um vinho muito versátil, que circula à vontade entre massas com molho vermelho, carnes ensopadas ou um hambúrguer – mas que, pela maciez e boa fruta, também é bom companheiro de queijos tipo camembert. 

Celio Alzer

... formou-se no rádio, produzindo e apresentando programas musicais e continua levando a vida numa boa, dando aulas de enologia na ABS Rio, ouvindo jazz e bebendo vinho – porque ninguém é de ferro... 

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 750 ml Porta da Ravessa Rosé 2011
1 garrafa X 750 ml Dão Alexandre Magno 2010

Porta da Ravessa Rosado
Estilo: Rosé
Safra: 2011
Composição: Castelão e Aragonez
Teor alcoólico: 12,5%
Envelhecimento: Em cuba de inox e garrafa

Dão Alexandre Magno
Estilo: Tinto
Safra: 2010
Composição: Touriga Nacional, Alfrocheiro e Jaen
Teor alcoólico: 13,5%
Envelhecimento: 10 meses em barricas de carvalho francês e americano

 

Mais sobre os Produtores

Caves Casalinho
Fundada em 1944, por José Joaquim R. Camelo e José Leite da Costa as Caves do Casalinho pode ser considerada uma das mais antigas empresas vinícolas sediadas na região dos Vinhos Verdes, a noroeste de Portugal. Sob direção de membros da mesma família, a empresa continuou o legado dos fundadores, modernizando os seus equipamentos e desenvolvendo a qualidade dos seus vinhos. Hoje, a Casalinho exporta os vinhos verdes, Casalinho, Santo Adrião e Três Marias. Além de apresentar no seu portfólio os rótulos: Douro Romanisco, Dão Alexandre Magno, Beiras Ouro Velho, Regional Ribatejo Triqueira e Rose Casalinho.

Adega Cooperativa de Redondo
Criada em 1956, por um grupo de 14 viticultores, a Cooperativa de Redondo explora o potencial vínico da região Alentejo. Atualmente é considerada uma das maiores produtores de vinhos da região, onde fazem parte cerca de 98% dos viticultores da sub região do Redondo. A adega se dedica a produção de vinhos brancos e tintos, sendo os rótulos Porta da Ravessa a principal marca da cooperativa. Anualmente são produzidos 15 milhões Kgs de uvas, que resultam em cerca de 14 a 15 milhões de garrafas/ano.

Outras Fontes:

http://www.cavesdocasalinho.com

http://www.acr.com.pt/