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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Duo Borgonha Patagônica: Chardonnay e Pinot Noir

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Duo Borgonha Patagônica: Chardonnay e Pinot Noir

Patagônia • Argentina

A busca pela Borgonha vai até o fim do mundo

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Com a palavra, o chef:

Minha viagem pela Borgonha em 2006 foi uma experiência inesquecível. Naquele ano, eu havia passado alguns meses em uma cidadezinha chamada Ecully, ao lado de Lyon, onde fiz um curso no Institut Paul Bocuse.

Senti que vivi a gastronomia francesa bem perto de suas origens, pesquisando, lendo e, o mais importante, provando! E, após este período, considero que ganhei duas grandes paixões: a charcuterie (ciência e prática de conservação de carnes e produção de embutidos) e os vinhos.

Depois das aulas, tive a felicidade de fazer uma viagem de 10 dias pela Borgonha, região que consegue expressar uma diversidade impressionante de experiências em seus vários terroirs com as mesmas variedades de uva: Pinot Noir e Chardonnay. Tive oportunidades ímpares de visitar grandes produtores como Olivier Leflavie, Jacques Prieur, Joseph Drouhin, dentre outros, e ainda acredito que faltou provar uma infinidade de outros rótulos que a área pode oferecer.

Claro que, ao voltar para o Brasil, minha curiosidade só aumentou, mas a dificuldade de se encontrar bons vinhos da Pinot, principalmente, sempre fora um empecilho. Bons vinhos da Chardonnay já são um pouco mais fáceis de encontrar, mas de Pinot é um desafio. Assim, vivo buscando novas oportunidades de aprender sobre esta uva delicada, frágil, leve, mas ao mesmo tempo tão rica.

Surpresa minha quando encontrei dois exemplares muito honestos de uma região que eu pouco conhecia: a Patagônia. Quem imaginara que eu iria até o fim do mundo para beber estes vinhos? 

Quando provei estes dois vinhos juntos, de vinhas tão distantes de sua origem, achei que seria uma boa chance de mostrar que, apresar da hegemonia francesa, outros países também conseguem ser bem sucedidos na produção das cepas bourguignones. Acho que é uma experiência muito interessante, pois, apesar de serem vinhos muito simples em suas propostas, ambos apresentam a tipicidade de quem quer aprender um pouco sobre a cepa e ainda têm um custo-experiência excepcional.

No mínimo, é uma boa história para contar.

Notas de degustação:

Malma Pinot Noir Finca La Papay 2010

Cor também bem clara, com reflexos mais rosas que violetas. Tem uma madeira muito leve no nariz e certamente é mais intenso que o francês, com um álcool mais evidente. Na boca, morangos maduros e uma sutil baunilha. Seus taninos e acidez também são mais perceptíveis. Diria até que merece um aninho a mais na garrafa para arredondarem.

Eu diria que deve ser bebido levemente resfriado (13oC-15oC) e é bom que deixe-o respirar um pouco antes.

NQN Picada 15 Chardonnay 2010

Um vinho leve e fresco. Cor amarelo palha e nariz refrescante com toques de abacaxi e pêssego. Levemente frutado e de acidez moderada. É muito agradável e fácil, um pouco ligeiro mas com ótimo potencial gastronômico.

Harmonização:

O Pinot Noir acompanha pratos de carnes leves, aves grelhadas, molhos mais frescos sem creme. Um fondue cairia muito bem!

Já o Chardonnay é bom para acompanhar queijos frescos, sobretudo os de cabra, saladas, peixes grelhados e frutos do mar frios.

Erik Nako

... é acima de tudo um glutão. Chef e sócio do bar italiano Prima Bruschetteria, dá aulas na ABS-Rio e faz viagens enológicas pelo mundo há mais de 10 anos.

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 750ml Pinot Noir Malma Finca la Papay 2010

1 garrafa X 750ml NQN Picada 15 Chardonnay 2010

Pinot Noir Malma Finca la Papay 2010
Estilo: Tinto
Safra: 2010
Composição: 100% Pinot Noir
Teor alcoólico: 14%
Envelhecimento: 15% por 6 meses em barricas de carvalho francês e americano

NQN Chardonnay Picada 15
Estilo: Branco
Safra: 2010
Composição: 100% Chardonnay
Teor alcoólico: 12%

Mais sobre a Bodega NQN

Situada na promissora região vinícola de Neuquén, na Patagônia, a Bodega NQN mostra a cada ano uma melhora considerável na qualidade de seus vinhos. De um vale remoto, os proprietários, Luis Maria Foccacia e Lucas Nemesio, trabalham com a filosofia de que boas matérias-primas produzem bons vinhos. Com equipamento de última geração para oferecer as melhores condições para suas uvas em terras austrais, sempre com foco em sustentabilidade.

Outras Fontes:

ww.bodeganqn.com.ar

www.neuquentur.gov.ar/enoturismo/1323/bodega-nqn