CADASTRE-SE AINDA HOJE E GANHE R$10*

Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

Aproveite os melhores vinhos e produtos gastronômicos do mercado, selecionados por chefs e sommeliers tão apaixonados pela boa mesa como você.


Quero me cadastrar

Já é cadastrado?
Faça seu login

oferta
(11) 3090-6073 / (21) 4042-2446 - Seg. à Sex. das 10h às 19h

Cave Geisse Terroir Nature Brut

De R$ 115,00 por Preço Exclusivo para cadastrados
CADASTRE-SE

Cave Geisse Terroir Nature Brut

Pinto Bandeira, Bento Gonçalves • Brasil

Uma história pessoal de Champagne bem aqui no Brasil

De R$ 115,00 por



ESTA OFERTA ESTÁ ENCERRADA
Cadastre-se hoje, ganhe R$ 10 de créditos


Com a palavra, o chef

Em outubro de 2005, fiz a primeira viagem enológica de minha vida. Foi parte de uma viagem memorável em que eu e minha namorada (na época, hoje, minha mulher) fizemos pelo sul do Brasil. Descemos de carro desde o Rio, passando por Curitiba, Pomerode, Blumenau e Vacaria até, após alguns dias, passarmos pelo pórtico da cidade de Bento Gonçalves, no Vale dos Vinhedos.

No mesmo dia, conhecemos Jair, o dono de uma lojinha local de vinhos, que sugeriu um roteiro para conhecermos o essencial da região. Dentre as principais indicações, de lá mesmo ele ligou para a Cave Geisse e marcou uma visita.

Era tudo muito novo para nós e simplesmente não nos dávamos conta de que Jair havia acabado de nos mandar ao produtor do que há de melhor em espumantes, um dos grandes responsáveis pela fama do Brasil nesta categoria. Afinal, o terroir brasuca tem condições ótimas, com muita chuva e umidade, para a produção de uvas mais ácidas, ideais para espumantes.

A chegada a Pinto Bandeira, foi uma aventura e, depois de algumas tentativas e erros na estrada, fomos muito bem recebidos por um membro da equipe comercial (infelizmente não lembro seu nome). Simpaticamente, ele nos guiou por todas as etapas de produção e, pela primeira vez, tomei conhecimento de como se faz um espumante e as diferenças dos métodos charmat e o tradicional champenoise, utilizado pela Geisse. Depois de passar pelos tanques da primeira fermentação, fiquei abismado com o quão artesanal era o processo, com a maneira que faziam a remuage, girando garrafa por garrafa durante a segunda fermentação.

Fomos também apresentados ao nome de Mario Geisse, enólogo da Casa Silva, chileno apaixonado e radicado no Brasil, e à história de sua busca por vinhos excepcionais, tirando o máximo do que cada terroir nos pode oferecer.

Nosso primeiro brinde foi um momento singelo, porém recheado de significado. Foi como se um novo mundo tivesse se aberto à nossa frente e as possibilidades e experiências fossem sem fim. E ainda o são.

É redundante dizer por que que este Cave Geisse Terroir Nature 2008 traz à tona tantas lembranças. Produzido pelo método champenoise, passa por 36 meses de amadurecimento e tem uma produção super pequena, de apenas 6.700 garrafas. Entretanto, não só a qualidade, a delicadeza de um perlage digno de grandes champagnes, a complexidade dos aromas e da boca fazem desta uma garrafa especial. É também uma questão de história, tanto da vinícola, quanto da minha.

Espero que, com esta garrafa, possam sentir um pouco da satisfação e realizar o quanto um bom vinho pode abrir nossos horizontes e mudar o rumo de nossas vidas.

 

Notas de degustação:

O Cave Geisse Terroir Nature 2008 é um vinho complexo, com 42% de Chardonnay e 58% de Pinot Noir.  Um dourado brilhante, perlage finíssimo e delicado. No nariz, aromas complexos de frutos secos e amêndoas, leveduras e maracujá maduro. Na boca, pequenas explosões de refrescância, mas com bastante untuosidade e boa estrutura. Realmente é um espumante surpreendente, que faz referências fortes a um verdadeiro Champagne. Só que feito bem aqui, no Brasil.

Harmonização:

Como um bom Champagne, o ideal é guardá-lo para o início de ocasiões especiais. Combine a sua untuosidade com a cremosidade de alguns queijos de massa cozida como brie, edam, um bom Serra da Canastra, ou queijos frescos de identidade, como um chèvre. Mas não precisa ficar só no aperitivo. Case também com frutos do mar, ostras frescas, cogumelos ou até um prato leve de ave.

Erik Nako

... é acima de tudo um glutão. Chef e sócio do bar italiano Prima Bruschetteria, dá aulas na ABS-Rio e faz viagens enológicas pelo mundo há mais de 10 anos.

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 750ml

Estilo:
Espumante

Safra:
2008

Composição:
42% Chardonnay; 58% Pinot Noir

Teor alcoólico:
12,5%

Tempo de amadurecimento:
Mínimo 36 meses

Graduação de açúcar:
Açúcar residual de fermentação

Produção:
6.700 garrafas

Pontuação:
17/20 pontos Jancis Robinson

Mais sobre Mario Geisse

Nascido em uma região produtora de uvas para pisco, ao norte de Santiago, no Chile, Mario Geisse teve uma relação com o vinho desde cedo. Tradicional do campo, em 1971 foi trabalhar com agricultores e cooperativas e, dois anos mais tarde, foi contratado pela vinícola Manquehue. Já experiente no ramo aos 25 anos, Geisse foi contratado pela Chandon no início das atividades da vinícola no Brasil, em 1977, e se entusiasmou com a possibilidade de produzir espumantes na Serra Gaúcha. Hoje, a Cave Geisse é um dos grandes nomes brasileiros desse tipo de vinho. Além de fundador da casa que leva seu nome, Geisse é ainda da Casa Silva, vinícola chilena localizada em San Fernando, ao sul de Santiago.

 

Outras Fontes:

www.vinicolageisse.com.br

www.amadeu.com.br

www.facebook.com/FamiliaGeisse

 

Janis Robinson fala sobre a alta qualidade da Cave Geisse: www.youtube.com/watch?v=cBn6rjZf0Bw

“Quando experimentei, eu achei quase um brioche, quase um tipo de café com leite, (...) um pouco de gosto de ameixa e, talvez, até um pouco de casca de laranja.” Janis Robinson