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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Casa Silva Gran Reserva Petit Verdot 2009

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Casa Silva Gran Reserva Petit Verdot 2009

Vale do Colchagua • Chile

Petit Verdot concorre ao Oscar de originalidade

De R$ 78,80 por



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Com a palavra, o sommelier:

Um filme, para ser valorizado, precisa de bons protagonistas, mas também de um bom diretor. No caso desse vinho, temos os dois ingredientes: a uva Petit Verdot, que é usada em quase todos os Grand Crus Classés de Bordeaux, e um vinicultor que se desafia permanentemente a descobrir os melhores terroirs para plantar videiras e vinificar as uvas nas suas condições ideais. Com uma carta que une Syraz, Merlot, Carménère, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Petit Verdot, a chilena Casa Silva, sob os cuidados do enólogo Mário Geisse, já mostrou que tem como objetivo “domar” as diferentes castas. Se por um lado Geisse investiu na boa produção do então esquecido Carménère, também apostou na pouco conhecida Petit Verdot. Este vinho faz parte da linha Gran Reserva da Casa Silva, que traz as melhores expressões de cada casta e, para quem ainda não conhece esta varietal, não há momento mais apropriado.

A Petit Verdot é utilizada normalmente para vinhos de corte, já que apresenta características como acidez e tanicidade acentuadas, como acontece no elegante Châteaux Latour, também de Bordeaux. Se bem tratada, é possível fazer excelentes Petit Verdots varietais. Em Bordeaux, a Petit Verdot é a uva que confere cor e estrutura aos vinhos de corte, além de ser a uva que demora mais tempo para amadurecer. É daí que vem o nome da casta, que remete à coloração esverdeada de quando as uvas são colhidas muito precocemente. De grande potência e força, a Petit Verdot traduz o que se espera dos mais tradicionais vinhos chilenos, por isso, não é de se estranhar que a Casa Silva tenha incluído essa varietal em sua linha Gran Reserva.

A qualidade deste Petit Verdot se confirma em suas pontuações. A safra de 2006 recebeu 91 na escala de Robert Parker e 90 na Stephen Tanzer. Se fossemos escolher os nomeados do Oscar de melhor vinho original, este Petit Verdot estaria nele. A perfeita atuação da casta e a direção impecável tornam essa garrafa um dos melhores roteiros dessa produtora tão conceituada. Entretanto, em vez da pipoca, a harmonização perfeita envolve uma deliciosa carne vermelha.

 

Notas de degustação:

O visual deste vinho é de um vermelho vivo, com notas violetas. Você vai notar aromas de morangos, assim como outras frutas vermelhas e ainda de bala toffee. No paladar é redondo, com taninos firmes, boa acidez e notas de amora. O final é longo e persistente.

Harmonização:

A força da Petit Verdot pede pratos robustos e intensos, como carnes vermelhas e de caça. Cordeiros e salames temperados são boas pedidas. Se for servir queijos, opte pelos de sabor mais fortes. Como a originalidade é fundamental nessa garrafa, que tal ousar, harmonizando este vinho com uma bela rabada com agrião?

Mauricio Szapiro

... é engenheiro, enófilo e entusiasta. Há mais de 10 anos é membro da ABS-Rio, atua como sommelier, modera grupos de degustação e é autor do “Momentos Divinos”, caderno de anotações e memórias enológicas. Não satisfeito, segue adiante em busca de novos sabores e experiências.

Detalhes

O que você recebe:
01 garrafa X 750ml 

Estilo:
Tinto

Safra:
2009

Envelhecimento:
65% em barris de carvalho francês de 1º uso durante 11 meses; 35% em barris de carvalho francês de 2º uso. 

Composição:
100% Petit Verdot

Teor alcoólico:
14%

Mais sobre a Casa Silva:

A Casa Silva tem origens francesas, de onde veio seu fundador, Emile Bouchon, que partiu de Bordeaux em busca de um perfeito terroir chileno. Emile Bouchon criou o que viria a ser a mais antiga adega do Vale do Colchagua, mas foi somente na quarta geração da família, em 1997, que Mario Pablo Silva convenceu seu pai a engarrafar e vender os excelentes vinhos produzidos na vinícola sob sua própria marca, que passou a se chamar Casa Silva. Hoje, a empresa continua sendo fundamentalmente familiar e tem como objetivo ser líder em pioneirismo e inovação na produção de vinhos chilenos. A Casa Silva possui vinhedos em Angostura, Lolol e Los Lingues e tem como enólogo o famoso Mario Geisse, também produtor dos espumantes da Cave Geisse, no Brasil. Geisse já foi chamado de “o mestre da Carménère” e é ele quem comanda a produção, estudando as melhores condições do terroir para cada uva.