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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Casa Silva Cabernet Sauvignon Colección 2011 - Caixa (6 unid.)

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Casa Silva Cabernet Sauvignon Colección 2011 - Caixa (6 unid.)

Vale do Colchagua • Chile

A expressão pura do terroir chileno em um Cabernet Sauvignon

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Com a palavra, o sommelier:

Em 1997, quando começou o projeto de se fazer a linha Casa Silva, homônima da própria vinícola, Mario Geisse, enólogo da vinícola há muitos (e também proprietário da famosa Cave Geisse, em Pinto Bandeira, Bento Gonçalves), conta que o objetivo era tornar a produtora "especialista" dentro do Vale do Colchagua. A ideia, depois de um estudo minucioso, era eleger quais os microterroirs ideais para a produção de cada casta.

A Casa Silva tem vinhedos em quatro regiões, nas quais alocaram suas respectivas uvas: Angostura, Los Lingues, Lolol e Paredones. A área de Lolol fica ao extremo oeste do Colchagua, quase no Pacífico, e encontrou nas uvas do Rhône suas grandes afinidades: a Viognier e a Syrah. Em Angostura, quem ganhou espaço foram a Sauvignon Gris e a Sauvignon Blanc, que também pode ser encontrada em Paredones. Já nos vinhedos de Los Lingues, os mais próximos da Cordilheira dos Andes, bem ao norte do Vale, se dedicaram ao cultivo das uvas Carménère, Petit Verdot e Cabernet Sauvignon.

Dentro dos rótulos da linha homônima “Casa Silva”, a vinícola investiu em três séries, Colección, Reserva e Gran Reserva. Em todas, a casa procurou respeitar este princípio da busca de expressão da tipicidade das uvas nos respectivos terroirs. E afirmo que conseguiu.

Na série Colección, especificamente neste Cabernet Sauvignon 2010 é perceptível que atingiram esse objetivo. Mario Geisse sintetizou a concentração do pimentão e das frutas vermelhas com taninos moderados e madeira equilibrada.

Custo-experiência é a equação chave deste rótulo. Se você me perguntar se é um vinho capaz de inspirar uma poesia enológica, eu vou lhe responder que não. Porém, se quiser tomar um bom vinho com amigos e família, acompanhando um bom assado no almoço de domingo, acredito que tenha encontrado o seu pretendente.

 

Notas de degustação:

A cor é vermelha com fortes reflexos violáceos. Se você conseguir esperar ao menos meia hora, vai encontrar aromas é elegantes, não muito persistentes, mas bem agradáveis, com boa concentração de frutas vermelhas. No paladar é um vinho redondo, bom corpo, com taninos suaves e sabor de frutas selvagens vermelhas adocicadas. No final é elegante, com leve toque apimentado, tudo muito agradável.

Harmonização:

Minha primeira indicação será um delicioso contra-filé assado na brasa ao molho de manteiga e pimentas, com batatas gratinadas. Outras boas pedidas são vitelas, cordeiros, pato ou ganso, javali, enfim, é um grande acompanhamento para carnes vermelhas!

Mauricio Szapiro

... é engenheiro, enófilo e entusiasta. Há mais de 10 anos é membro da ABS-Rio, atua como sommelier, modera grupos de degustação e é autor do “Momentos Divinos”, caderno de anotações e memórias enológicas. Não satisfeito, segue adiante em busca de novos sabores e experiências.

Detalhes

O que você recebe:
06 garrafas X 750ml

Estilo:
Tinto

Tempo de barrica:
25% em barricas de carvalho francês por 6 meses.

Safra:
2011

Composição:
100% Cabernet Sauvignon

Teor alcoólico:
13.5%

Mais sobre a Casa Silva:

A Casa Silva tem origens francesas, de onde veio seu fundador, Emile Bouchon, que partiu de Bordeaux em busca de um perfeito terroir chileno. Emile Bouchon criou o que viria a ser a mais antiga adega do Vale do Colchagua, mas foi somente na quarta geração da família, em 1997, que Mario Pablo Silva convenceu seu pai a engarrafar e vender os excelentes vinhos produzidos na vinícola sob sua própria marca, que passou a se chamar Casa Silva. Hoje, a empresa continua sendo fundamentalmente familiar e tem como objetivo ser líder em pioneirismo e inovação na produção de vinhos chilenos. A Casa Silva possui vinhedos em Angostura, Lolol e Los Lingues e tem como enólogo o famoso Mario Geisse, também produtor dos espumantes da Cave Geisse, no Brasil. Geisse já foi chamado de “o mestre da Carménère” e é ele quem comanda a produção, estudando as melhores condições do terroir para cada uva.

 

Outras Fontes:

www.casasilva.cl