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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

Aproveite os melhores vinhos e produtos gastronômicos do mercado, selecionados por chefs e sommeliers tão apaixonados pela boa mesa como você.


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Casa Cadaval Padre Pedro 2009

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Casa Cadaval Padre Pedro 2009

Ribatejo • Portugal

Portugal de muitas surpresas

De R$ 59,90 por



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Com a palavra, o sommelier

A modernização da viticultura portuguesa levou a impensáveis blends. Tradicionalmente, uvas portuguesas como a Aragonês, a Trincadeira, a Tinta Roriz, e a tradicional Touriga Nacional já eram usadas em blends entre si. Aliás, grande parte dos vinhos lusitanos – incluindo aí o vinho do Porto – é feito a partir de misturas entre as principais castas portuguesas. Alguns pioneiros, no entanto, resolveram inovar. Mantendo como núcleo as castas autóctones, plantadas em solo português antes dos tempos romanos, alguns produtores procuraram as castas francesas Cabernet Sauvignon e Merlot para produzir vinhos diferenciados no próprio Tejo. É o caso deste Casa Cadaval Padre Pedro, que tem um toque dessas duas castas francesas em seu blend com a Aragonês e a Trincadeira.

Essa prática da vinícola tem uma história interessante: há 50 anos, um conde alemão, marido da herdeira dos Cadaval e produtor de vinhos no Reno, começou a separar e identificar as árvores do vinhedo de sua propriedade, e a plantar castas de clones de viníferas tradicionais francesas. Antes disso, as uvas produzidas na região eram utilizadas quase que sem identificação, já que se tratavam todas de espécies nativas lusitanas. O resultado desse trabalho de separação de uvas e produção de blends que partem de castas específicas, seguindo o objetivo do enólogo responsável, vem sendo apreciado: as exportações da propriedade Cadaval crescem sem parar.

Além da produção, a casa está aberta para o turismo e integra a bela Rota dos Vinhos do Tejo. A paixão pela produção de vinhos aliada à tradição fizeram da Casa Cadaval uma casa com muita história, explicando um pouco o “DNA” deste vinho.

Novamente, o fator humano é que deu o tom no mundo dos vinhos.

 

Notas de degustação:

Este vinho apresenta cor rubi profunda. Os aromas são de ameixa, frutos maduros com notas de groselha e especiarias. No paladar tem corpo médio, com taninos suaves e um final elegante, persistente.

Harmonização:

Uma boa sugestão é acompanhar pratos ensopados de carne, e até um cozido português!

Mauricio Szapiro

... é engenheiro, enófilo e entusiasta. Há mais de 10 anos é membro da ABS-Rio, atua como sommelier, modera grupos de degustação e é autor do “Momentos Divinos”, caderno de anotações e memórias enológicas. Não satisfeito, segue adiante em busca de novos sabores e experiências.

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 750ml

Estilo:
Tinto

Safra:
2009

Composição:
40% Aragonês, 40% Trincadeira, 15 % Cabernet Sauvignon, 5% Merlot

Teor alcoólico:
13,5%

Envelhecimento:
Estágio de 18 meses em barricas de carvalho francês. Estágio posterior de seis meses em garrafa

Tempo de guarda:
De 8 a 10 anos

Mais sobre o Ribatejo

Ribatejo é uma antiga província portuguesa localizada ao norte do Rio Tejo, onde se produz cerca de 20 mil hectares de vinhas, aproximadamente 8,5% da produção nacional lusitana. Dessa produção, 12 mil são castas brancas e oito mil castas tintas. As províncias foram extintas em 1959, dando lugar aos distritos, mas, por tradição e por falta de acordos em relação aos limites, as províncias ainda vigoram na sabedoria popular. Ribatejo inclui os distritos de Santarém, Portalegre e Lisboa. Apenas 10% dos vinhos produzidos na província recebem o selo de Denominação de Origem Controlada, dos quais 30% é destinado à exportação.

 

Outras fontes:

www.wayse.pt/casacadaval