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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Café Dona Mathilde Moído (500g)

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Café Dona Mathilde Moído (500g)

São Sebastião da Grama - SP • Brasil

Muito além de um cafezinho

De R$ 38,50 por



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Com a palavra, o chef:

Todos nós aprendemos nos livros de história o quão importante foi a cultura cafeeira para nosso país. Ele já nos trouxe riqueza, porém também nos deixou vulneráveis em momentos de crise. Não é de se espantar então que todos os brasileiros tenham uma relação mais do que afetiva com o nosso cafezinho de todo dia.

Por que será então que durante tanto tempo esquecemos o que era realmente um café de qualidade? Quando foi que nos acostumamos com aquele líquido ralo, adoçado e requentado que muitas vezes chamamos de chafé? Durante muito tempo nosso melhor café era exportado e a maioria dos produtores optou por produções de grãos inferiores e com grande rendimento em comparação às variedades de maior qualidade. O tipo “robusta”, não necessariamente inferior, mas de fácil produção se sobrepôs ao “arábica”, mais valorizado e de maior complexidade aromática. Até hoje é este o que reina na lavoura nacional.

O hábito de beber o café com muito açúcar, leite, ou os dois nos fez perder o conhecimento do que é um bom grão. Também esquecemos como é um café tirado perfeitamente, seja usando o filtro correto, a quantidade certa de pó e a água na temperatura ideal, ou usando uma máquina de expresso bem regulada com o pó na moagem perfeita. O café perdeu o status que merecia para se tornar algo corriqueiro, consumido apenas por hábito e não por prazer.

Hoje, graças a alguns produtores que nunca se esqueceram do quão maravilhoso pode ser um café, já temos disponível no mercado grãos de qualidade superior e blends feitos com extrema cautela e carinho. O café Dona Mathilde é um grande exemplo desta qualidade. Ele é produzido na fronteira de São Paulo e Minas Gerais, o mais tradicional terroir, e tem um blend de mais de cinco variedades, com predominância da “bourbon amarelo”, uma das mais aromáticas e perfumadas. Os diversos prêmios que recebeu não nos deixam nenhuma dúvida em relação a sua qualidade, e como sua produção é pequena, também será um privilégio para poucos.

A torra escura satisfaz com perfeição o paladar brasileiro. Ele é forte na medida certa, de aroma moderado / complexo e com apenas uma ligeira acidez, deixando-o extremamente equilibrado. Já a moagem é intermediária, permitindo-o ser usado tanto para filtro quanto para máquinas de expresso. Mesmo em máquinas domésticas ele mostra todo seu brilho. Ainda que estas tenham pressão mais baixa que as profissionais, a moagem um pouco mais fina permite que se extraia todos os aromas desejados. Contudo, esta moagem não é fina demais e não deixará o café com muita borra, o que costuma acontecer ao se usar um pó muito refinado em uma máquina com pressão elevada, como as profissionais.

As embalagens menores, de apenas 250g, permitem que se abra apenas uma pequena quantidade de café por vez, para evitar que o café perca seus aromas uma vez que a embalagem seja aberta. Mesmo assim, após a abertura, vale guardar a embalagem bem fechada e dentro da geladeira, conservando o produto por mais tempo.

Quem já é conhecedor de cafés não terá dúvidas em relação à qualidade do Dona Mathilde. Quem não é um profundo conhecedor, mas sabe apreciar um bom café, irá se surpreender com este maravilhoso exemplar.

 

Mais sobre o café Arábica:

Originário da Etiópia, o café tipo Arábica é rico em aromas, muito perfumado, doce, levemente ácido e apresenta uma taxa de cafeína com média de 1,4%. Hoje essa variedade representa três quartos da produção mundial de café. O habitat ideal para o cultivo destes grãos situa-se entre 600 a 2000 metros de altitude, pois quanto mais alto, mais chances de se obter grãos de excelente qualidade. Este é sem dúvida o tipo mais valorizado de café.

Cristiano Lanna

... vive entre livros, panelas e taças. Depois de se formar em engenharia, o chef se entregou de vez a paixão pela gastronomia e aos poucos foi estendendo seus conhecimentos para mundo dos vinhos. Com toda essa experiência, se tornou chef e sócio do bar italiano Prima Bruschetteria e dá aulas na ABS-Rio.

Detalhes

O que você recebe:
2 pacotes de 250g de café moído com moagem intermediária

 

Composição:
Blend 100% arábica das variedades: Bourbon Amarelo, Catuaí, Icatu Amarelo e Vermelho e Mundo Novo.

Torra Escura.

 

Premiações:

Concurso Estadual de Qualidade Café de São Paulo

2008: 1º lugar

2005: 1º lugar

 

BSCA Cup of Excellence

2009: 3º lugar

2008: 2º lugar

Mais sobre o Café Dona Mathilde:

Lançado em 2005, o café Dona Mathilde é uma justa homenagem à matriarca da família, que viveu 103 anos e criou 11 filhos com amor e dedicação. Produzido na fazenda Recreio, em São Sebastião da Grama, na divisa dos estados de São Paulo e Minas Gerais, próxima a Poços de Caldas (MG). A região é considerada uma das mais nobres regiões produtoras de café de alta qualidade do país.  O blend de cafés especiais é produzido com grãos 100% Arábica, com diversos prêmios conquistados ao longo de 7 anos, e tem a garantia de qualidade certificada pela Associação Campeonato Brasileiro de Baristas (ACBB).

 

Outras Fontes:

http://www.cafedonamathilde.com.br/

http://www.recreioestatecoffee.com.br/port/index.php