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Mauricio Szapiro e Erik Nako,
curadores de vinho e gastronomia

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Amarone della Valpolicella Biscardo 2005

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Amarone della Valpolicella Biscardo 2005

Veneto • Itália

Uma iguaria para finos apreciadores

De R$ 199,00 por



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Com a palavra, o sommelier

O Barolo é conhecido como “rei dos vinhos e vinho dos reis”, epíteto que divide com o Tokaji húngaro, outro símbolo da qualidade e do refinamento. Mas, se me permitem, desde já pedindo perdão pela liberdade (ou liberalidade), gostaria de acrescentar mais um nome ilustre a essa seleta família: o Amarone della Valpolicella – ou simplesmente Amarone, para os mais íntimos e fiéis apreciadores.

O Amarone é produzido na região do Veneto, no norte da Itália, na mesma área do Valpolicella (Verona); com uvas dos mesmos vinhedos do Valpolicella; e com base na mesma variedade de seu irmão mais novo: a Corvina. No entanto, é completamente diferente daquele. Enquanto o Valpolicella é elaborado com uvas frescas, acabadas de colher, no mês de setembro, o Amarone é feito com uvas semi-passificadas, que são postas para secar fora do pé, até janeiro/fevereiro do ano seguinte, num processo conhecido como appassimento. Nesse período, elas vão perdendo água e concentrando açúcar – o que explica o alto teor alcoólico do produto final, que, pela legislação, não pode ser comercializado com menos de 14% de álcool.

O curioso é que alguns historiadores afirmam que o Amarone teria nascido por acaso. É que, no passado, o vinho feito com uvas semi-secas era sempre doce, porque a fermentação era interrompida – o que se faz ainda hoje no Recioto della Valpolicella. Alguém teria esquecido o vinho no tonel e, assim, a fermentação dos açúcares foi até o fim, originando um vinho seco. Como que confirmando essa versão, os mais velhos costumam chamar o Amarone, num dialeto local, de “Recioto scapà” – algo como um Recioto “que deu errado” ou que escapou de controle. Mas não convém mencionar isso na frente de um orgulhoso produtor de Amarone...

Notas de degustação:

O Amarone é um vinho, de certa forma, contraditório: ao mesmo tempo potente e elegante, impetuoso e delicado – mas sempre muito macio, o que se deve, em grande parte, à presença marcante do álcool. Essas características estão presentes no Biscardo 2005, um Amarone decididamente de feição moderna. Se, por um lado, é fiel ao modelo tradicional – o que se nota nos aromas de cozimento, frutas secas e cereja em licor – de outra parte é mais leve e menos encorpado na boca e, portanto, mais abordável hoje do que a maioria de seus companheiros.

Harmonização:

Especialmente indicado para grandes assados, pratos complexos de carne vermelha e de caça, também fica excelente com queijos fortes curados, como o parmesão. Mas é tido pelos conhecedores italianos como um “vinho de meditação”, o que significa que pode ser apreciado sozinho, num momento tranquilo, pensando-se nas boas coisas da vida.  

Celio Alzer

... formou-se no rádio, produzindo e apresentando programas musicais e continua levando a vida numa boa, dando aulas de enologia na ABS Rio, ouvindo jazz e bebendo vinho – porque ninguém é de ferro... 

Detalhes

O que você recebe:
1 garrafa X 750 ml 

Estilo:
Tinto 

Safra:
2005 

Composição:
70% Corvina, 20% Rondinella, 10% Molinara

Teor alcoólico:
15% 

Envelhecimento:
3 a 4 anos em barricas de carvalho Esloveno e 1 ano em garrafa

Mais sobre Marchesi Biscardo:

Por trás deste rótulo está Nicola Biscardo, atualmente encarregado de administrar o legado da família Biscardo. Nicola nasceu em 1972, e teve seu primeiro contato com vinhos aos dezenove anos, na terra do Amarone, Veneto. Depois de se formar sommelier profissional e membro da Sociedade de Educadores em Vinhos, em 1997, o produtor se mudou para os Estados Unidos, a fim de ampliar os negócios da família. Neste período, ele lançou uma grande empresa de exportação, a Conexport, que hoje representa diversas adegas localizadas nas principais regiões produtoras da Itália.

Outras Fontes:
http://www.conexport.com/